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Adversidade ou Diversidade?

Adversidade ou Diversidade?

O que você vai escolher pra você? Entregar-se a adversidade ou agir com diversidade?

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Essa primeira parte do texto foi extraído do grupo de DISC – análise comportamental da Formadora de Analista DISC, Coach de Carreira e amiga maravilhosa Jaqueline Selva:

Você percebe o seu modo de pensar? Muito da forma de pensar está associada ao perfil comportamental, no entanto há os estilos explicativos que podem ser negativos e podem estar presentes nos diversos perfis.

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O que diz para si quando algo ruim acontece? Que tipo de explicação você dá para a situação?

Segundo Martim Seligmam, pesquisador da psicologia positiva e autor de diversos best sellers, existem três estilos explicativos em relação aos problemas e adversidades:

1). Personalizar: a pessoa tende a culpar-se. Por exemplo: você encontra alguém conhecido e esta pessoa não o cumprimenta e logo pensa “será que fiz algo errado? ”

2). Generalizar: encarar a questão como restrita ou generalizar a todas as áreas da vida. Por exemplo: se você perde um prazo de entrega de trabalho, vem o pensamento “sou irresponsável, mesmo” ou “nunca faço as coisas certas”.

3). Perpetuar: pensar nas adversidades como algo permanente e não temporário. Exemplo: após um desentendimento com alguém significativo reage pensando “nunca voltaremos a nos entender”.

É importante salientar que estes não são padrões fixos, são estilos explicativos e, portanto, são mutáveis.

O primeiro passo é identificar e aceitar a forma de pensar, assim como reconhecer e aceitar o seu perfil, pois se não estiver consciente a mudança não será possível.

Você reconhece em si estes pensamentos? Qual a sua estratégia para lidar com este tipo de pensamento?

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Márcio Silveira disse hoje em um áudio: pequenos problemas podem segurar os resultados que desejamos e pequenas ações podem alavancar enormemente os resultados que queremos!

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Dessa forma, diante das adversidades diárias, eu Lívia, percebi que poderia contribuir com você dessa forma:

Então vamos supor que com a ajuda do coaching você consiga ter essas percepções como exemplo:

1). Personalizar: a pessoa tende a achar que pode ser algo alheio a ela. Por exemplo: você encontra alguém conhecido e esta pessoa não o cumprimenta e logo pensa “será que ela está passando por algum problema? ”

2). Generalizar: encarar questões do dia a dia como aprendizado e fatos isolados. Por exemplo: se você perde um prazo de entrega de trabalho, vem o pensamento “deveria ter começado a fazer mais cedo” ou “como poderei atuar de forma mais assertiva para terminar antes do prazo estipulado daqui pra frente”?

3). Perpetuar: pensar nas adversidades como algo permanente e não temporário – trabalhar pensando que pode haver imprevistos é ser estratégico, como uma tática de guerra! Exemplo: após um desentendimento com alguém significativo reage pensando “como foi que tudo começou? ” Ou “quais formas tenho hoje de me redimir com essa pessoa, mesmo sabendo que ela estava errada em certos aspectos? ” Ou “o que cabe a mim mudar para que não ocorra desentendimentos assim? ”

“O mundo tende a ser cada vez menos estável, menos rígido, menos seguro, menos previsível. Com isso, muitos medos continuarão à espreita: de humilhação, de inadequação, de fracasso e, até mesmo, do sucesso”. Roberto Tranjan

Considerando todas essas análises, como você vai agir daqui pra frente? E como você vai querer que comece seu 2017?

otimista

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Sobre o autor | Website

Lívia Croce é Coach de Líderes e Empreendedores

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