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Autoestima e Autoimagem feminina!

Autoestima e Autoimagem feminina!

Será que você é uma dessas mulheres que sofrem com os padrões de beleza da magreza?

Muitas mulheres atualmente sofrem com padrões irreais de aparência, com as exigências cada vez maiores no campo profissional e familiar, com a dificuldade de manter relacionamentos saudáveis e gratificantes. As inúmeras imagens das modelos magérrimas são arquivadas no inconsciente das mulheres sem que percebam. Isso gera um desastre na mente da mulher, criando conflitos internos e gerando uma baixa autoestima e até mesmo desejos de autopunição e uma autoimagem distorcida.

Você passa por isso com seu companheiro?

Para a mulher moderna, é praticamente impossível atender a todas as expectativas que recaem sobre ela, e isso tem um efeito devastador sobre sua autoestima. Sem reflexão, aos poucos as mulheres vão acreditando que não são importantes e que não merecem a felicidade. Há algumas que vestem roupas de grifes famosas, exibem corpos perfeitos e formas graciosas, mas disfarçam sua tristeza através de sorrisos que perderam o fascínio pela vida. Cultuam o corpo e esquecem de cultivar bons sentimentos e alimentar a mente, infelizmente, os padrões impostos pela sociedade pode nos degenerar, temos que tomar cuidado!

Como elas estão doentes pelo padrão ditatorial de beleza, elas chegam diante do espelho e travam uma guerra. Perguntam: “espelho, espelho meu, existe alguém com mais defeitos do que eu?” Mas cada mulher tem sua beleza única. A beleza está nos olhos de quem enxerga. Por isso é tão importante desenvolver a autoestima, reconhecer o próprio valor.

Como Augusto Cury diz, a autoestima é a maneira como nos sentimos em relação a nós mesmos. O valor que acreditamos possuir como pessoa.

 

Você acredita que tem o seu valor independente de sua beleza interna?

O ser humano com baixa autoestima, que se considera um fracassado, comete “um crime” contra a própria inteligência. Toda mulher que se diminui perante os outros nunca conheceu a própria complexidade. Desconhece que possui uma indecifrável habilidade de gerenciar as emoções e construir pensamentos.

Autoimagem é a forma como nos vemos. A imagem mental que construímos de nós mesmos. A autoestima está ligada estritamente ao mundo das emoções, enquanto que a autoestima pertence ao mundo da razão, aí como a autoestima depende da autoimagem, que é a razão, você imagina né?

Imagina uma pessoa com uma autoimagem doente, se enxergando de forma distorcida, como uma pessoa tímida, incapaz, insegura, destituída de beleza física e emocional, sua autoestima também ficará enferma, fragmentada, acabada; uma pessoa que se autopune e não ousa, porque se sente fraca demais pra isso. Você conhece alguém assim? Porque acaba virando uma doença e uma auto obsessão por um padrão de beleza que ela acha que nunca atingirá.

Então, autoimagem sem autoestima é como uma vida sem sentido, a pessoa perde o prazer de viver e sem encanto pela existência. É como se ela pintasse um quadro de si mesma que não corresponde à realidade. Ela acha que o cabelo não está bonito, o nariz é grande, e por aí vai.

 

Autoimagem e Autoestima juntas!

O certo é que a autoimagem e autoestima tem que andarem juntas, com uma mente livre e uma emoção saudável.

Só que a mente humana fica entre razão e emoção. Nossa capacidade de tolerar, de nos solidarizarmos, de doar, de nos divertimos, de criar, intuir e sonhar é uma maravilha que vem do mundo das emoções. Do outro lado, nossa capacidade de raciocinar, de pensar nas consequências dos nossos atos, de desenvolver estratégias, fazer cálculos e previsões depende do mundo racional. E no fim os dois tem que andar juntos, um completa o outro para vivermos nossa vida bem.

Uma mulher que não sabe dizer não, que está sempre fazendo tudo para os outros, se doando sempre, principalmente aos familiares, podem se cercar de pessoas aproveitadoras o que é ruim pra ela. No outro extremo, é uma pessoa mais racional, e se torna uma pessoa incapaz de experimentar sensação de comunhão com as outras pessoas e dessa forma também não consegue ser uma pessoa plena e feliz.

O amor, o fruto mais importante do planeta emoção, precisa ser inteligente para ser sustentável precisa da razão para se alicerçar. Temos que ter cuidado com os desvios, é fundamental mantermos um equilíbrio emocional e racional. Porque alguém muito emocional pode construir fantasmas como medos, autopunição, ruminação de perdas e frustrações, sofrimento por antecipação, dentre outros. Dessa forma, poderemos perder o eixo diante de pequenas coisas, sofremos com a ansiedade, imaginando fatos que ainda aconteceram, seremos assombrados por crises do passado, pelas críticas e opiniões alheias.

Imagine um amor assim?! Se torna desinteressante e uma paixão doentia: intenso mas agressivo; forte mas controlador; doador mas cheio de cobranças. Um sentimento como esse é desfocado, reduz nossa capacidade de escolha e diminui nossas oportunidades de aprendizado.

Se formos racionais demais e emocionais de menos, sonharemos, amaremos e nos inspiraremos pouco. Seremos pessoas mais inseguras, desconfiados, rígidos. Teremos medo de nos entregar e nos faltará um ombro para chorar ou para nos oferecer apoio. Seremos opacos, sem vida, ainda que sob aplausos sociais; miseráveis, ainda que donos de elevadas somas de dinheiro; imaturos, ainda que com notável cultura acadêmica. Essas pessoas muitas vezes tem uma agenda tão certinha, costumam ser tão previsíveis, que acabam se tornando sem criatividade, muitas vezes repetidoras de informações sem muita opinião. Você se encanta consigo mesma e anima quem está ao seu lado ou é uma fonte de estresse?

O amor tem de ser inteligente, e para isso precisa de uma autoestima sólida: doses elevadas de emoção, porém sem dispensar doses serenas de razão. Ele exige que você corra riscos, mas sem abrir mão de pensar nas consequências; necessita da entrega, mas sem esperar demasiadamente o retorno.

O amor sem razão gera superproteção, ciúmes, sabotagem, controle, dentre várias coisas que asfixiam o romance. Você tem uma autoestima e uma autoimagem sólidas? Seu amor é controlador ou libertador?

O amor libertador não tem medo da perda. Se a pessoa que você ama quer partir, você, em vez de se afundar na lama do ciúme, da raiva, da indignação e do sentimento de abandono, proclama em alto e bom som: “Tenha a liberdade de partir. Quem perderá é você, pois sou um ser humano incrível”. Assim diz Augusto Cury! E ele ainda fala que só as mulheres brilhantes têm uma autoestima sólida e constroem amores inteligentes. E só quem um amor inteligente não é escravo do medo da perda, pois conhece o próprio valor!

Muito chique né!!!??? Vou dizer que aprendi muito em poder falar sobre esse tema de hoje, pois percebi algo interessante, não recebemos uma instrução na escola e nas famílias de equilíbrio emocional para podermos ter essa inteligência no amor. Acabamos aprendendo depois de muitos pesares e dessabores. Mas se conseguirmos aprender ainda está bom, pois tem pessoas que não aprendem.

Pensamento de hoje: “Amar é admirar com o coração. Admirar é amar com o cérebro”. Theophile Gautier

Sobre o autor | Website

Lívia Croce é Coach de Líderes e Empreendedores

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