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Qual a diferença entre amor inteligente e paixão?

Qual a diferença entre amor inteligente e paixão?

Nós não fomos educados a amar sem ter poder de posse, sem críticas excessivas e com muito amor próprio, então dá pra imaginar o quanto nós temos mais paixões do que amor inteligente, né?!

E como esse texto é tirado do livro “Mulheres Brilhantes” de Augusto Cury, nada melhor do que transcrever essas belas linhas para explicar um pouco melhor o universo da Gestão das Emoções.

“Uma pessoa se torna grande se ela se faz pequena para se tornar grande dentro daqueles a quem ama, deixando de lado as críticas, a necessidade de controle, a instabilidade emocional, a baixa autoestima. Jamais peça que alguém a ame. Jamais peça que alguém a admire. Amor, admiração e respeito são construídos sem pressão, no solo insubstituível da liberdade. São frutos de imagens formadas nas janelas mais íntimas do inconsciente”.

O que mais vemos atualmente são relações doentes, não só entre homens e mulheres, mas também, com filhos, alunos e amigos. É que normalmente não temos um equilíbrio emocional, não sabemos porque não aprendemos a ter controle emocional e acabamos falando mais que o necessário, não conseguimos esperar o momento certo de falar, temos vários temores em dizer e fazer certas coisas relacionadas ao campo sentimental e acabamos amando de forma irracional, compulsiva e imediatista.

 

Como me tornar gestor das minhas próprias emoções?

Normalmente com essa má formação educacional emocional, muitas vezes nosso eu é doente, mal-educado, malformado e mal resolvido, e não somos treinados a ser líder de nós mesmos e com isso somos propensos a grandes paixões e não a amores inteligentes e bons pra nós.

Augusto Cury cita 5 pontos de como melhorar nossa auto gestão emocional:

  1. Tornar-se seguro de si, autoconfiante, determinado.
  2. Desenvolver autoestima sólida e estabilidade emocional. Construir um romance com a existência.
  3. Desenvolver altruísmo e carisma. Tornar-se uma pessoa envolvente, agradável, influenciadora.
  4. Ter mente livre, emoção livre. Tem facilidade de libertar seu imaginário e ser criativo, produtivo, construtor de novas ideias.
  5. Deixar de ser escravo do medo, da angústia, do tédio, das calúnias, das difamações, do que os outros falam dele. Vive a vida com mais aventura e deleite.

Estatísticas mostram que 50% dos casais se separam e infelizmente porque se amam com paixão e não com amor inteligente. Você já reparou que temos relações que temos mania de nos digladiar? Sempre afrontando o outro e sempre com espinhos e farpas nas palavras? É como se essas pessoas fossem viciadas em atritos. Distantes costumam ser lúcidos e coerentes, mas perto fazem uma anarquia com sequencias implacáveis de picuinhas, olhares atravessados e com o tom de voz sempre disposto pra briga. Você conhece alguém assim?

Com certeza é bem difícil lidar com alguém assim, e pra ela também não deve ser fácil, porque muitas vezes nem ela mesma sabe lidar com suas emoções.

Temos que treinar nosso Eu como gerente da nossa emoção. Isso deve ser uma meta pessoal de todo ser humano para que consigam ter relacionamentos saudáveis, duradouros, cooperativos e felizes.

 

AMOR INTELIGENTE X PAIXÃO

Todas as pessoas, não só vocês mulheres que tem o hábito de ouvir esse programa, devem entender como funciona essas diferenças. Através de uma autocrítica e de uma autoanálise contínua, podemos construir um Eu melhor, com uma melhor autoestima e sabendo lidar melhor com nossas emoções, sem fagulhas de estresse prontas a explodir.

Saiba as leis do AMOR INTELIGENTE:

  1. Elogie sempre antes de criticar ou apontar um erro. Primeiro conquiste o território da emoção, depois o da razão.
  2. Tenha reações generosas e surpreendentes.
  3. Fale menos e aja mais. Economize argumentos.
  4. Humanize-se. Revele capítulos de sua vida. Divida suas lágrimas, seus dias mais difíceis, suas aventuras.
  5. Tenha interesse pelos interesses do outro, pergunte sobre suas dificuldades, mostre preocupação com ele.
  6. Se tiver necessidade de ser perfeito, de se defender compulsivamente e de estar sempre certo, recicle-se, pois isso destrói relacionamentos. Você pode ganhar o debate, mas perderá o ser amado.

 

INSEGURANÇA X AUTOCONFIANÇA

Infelizmente a paixão promove insegurança, corrói o prazer, cultiva o medo da perda. Do outro lado, o amor inteligente promove a confiança, exalta o descanso e realça a tranquilidade do ser amado. É que o amor inteligente é alicerçado pela maturidade emocional, na sabedoria e na razão. Você já parou pra pensar como você ama? É com paixão ou com amor inteligente?

Espero que sua escolha seja o amor inteligente. Atualmente, cultivo a maturidade e razão em todos os meus relacionamentos, mas com boas doses de amor e carinho, principalmente à minha filha. Mas claro, que assim como qualquer outra pessoa, passei por várias paixões, o que hoje me serve de aprendizado de como não ser mais assim e como ser + equilibrada no campo das emoções, principalmente eu que sou mãe, pois preciso passar esse amor inteligente pra ela.

Mas é muito interessante como funciona a paixão, né? A pessoa vive insegura, precisando sempre de migalhas de amor e de prazer; a paixão é um sentimento insaciável e instável, gerando doses de prazer em alguns momentos e muito sofrimento em outros – e o pior é que sair dessa zona de conforto de sofrimento é bem difícil para muitas pessoas.

Já o amor inteligente é igual onda do mar que sempre vem e voltam com tranquilidade num dia de brisa leve e aconchegante. Ela mesma se retroalimenta, ou seja, ela gosta de si mesma e se sente bem em sua própria companhia, se alegra muito com pouco retorno. É saciável e estável. Nem sempre se ama com amor borbulhante, mas com certeza suas labaredas são constantes.

A pessoa que consegue amar com inteligência, mesmo em momentos de turbulências conseguem lidar com os seus próprios sentimentos e com o do outro com maturidade. E ainda aprende com essas adversidades e consegue corrigir pontos a serem melhorados para enfrentar novas turbulências com mais estabilidade emocional.

E no mundo das paixões é bem diferente. Lamentavelmente a mesma disposição que tem para estarem juntos, tem para brigas, a mesma atração que existe em relação aos beijos existe em relação aos atritos. Sabe porque? Porque a paixão é doente e forma relações doentes.

Então, com certeza, você mulher que desenvolve o amor inteligente se respeita acima de tudo, não vende a própria paz por um preço vil, não comercializa a saúde emocional por nada nem ninguém. E como sabe se respeitar, também sabe respeitar o outro e por preservar a própria saúde emocional, sabe cuidar da saúde do ser amado. A paixão gera desrespeito consigo e com o outro por causa de sua insegurança e acaba projetando essa insegurança no outro, como se esperasse sempre um deslize do outro, sempre interpretando as palavras do outro de forma a se denegrir. Será que ele está me tirando com essa frase? O que será que ele está querendo dizer com isso? Sei não hein, está sem dar notícia o dia todo, o que será que deve estar aprontando? Boa coisa é que não é?

É mentira? As pessoas muitas vezes não ficam criando problemas na cabeça?

Vamos terminar com um poema super legal:

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.

E então, pude relaxar.

Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.

Hoje sei que isso é…Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Hoje chamo isso de… Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.

Hoje sei que o nome disso é… Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.

Hoje sei que se chama… Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.

Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.

Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.

Hoje descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.

Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é… Saber viver!

Kim e Alison McMillen

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Sobre o autor | Website

Lívia Croce é Coach de Líderes e Empreendedores

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